A comunidade católica do Centro de Ciências Agrárias da UFPB realizará na próxima quarta feira, 13 de abril, a já tradicional Missa Universitária.
Segundo informações fornecidas por Laís Leite Barreto, estudante do curso de Ciências Biológicas, a celebração terá lugar no auditório do Departamento de Solos e Engenharia Rural e será celebrada pelo Padre Paulo José que desde fevereiro do ano em curso é o novo Pároco da cidade de Areia.
Serviço:
Evento: Missa Universitária
Data: 13/04/2011
Local: Auditório do Departamento de Solos e Engenharia Rural
Maiores informações: 9955-6004 (Laís)
UM ESPAÇO ABERTO PARA A LIVRE MANIFESTAÇÃO DE PENSAMENTO DE TODOS QUE COMPÕEM O CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - CAMPUS II.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
CENTRO ACADÊMICO DE MEDICINA VETERINÁRIA TEM NOVA DIRETORIA
O Centro Acadêmico do curso de Medicina Veterinária do Centro de Ciências Agrárias da UFPB realizou nesta terça feira, 07 de abril eleições para escolha de sua nova diretoria.
Durante o pleito a chapa "Unidos pela Medicina Veterinária" obteve 124 votos e foi registrado um voto nulo.
O novo Presidente do CAMEV é Rafanele Trajano de Sousa, estudante do quinto período de Medicina Veterinária, que substitui Severino Bernardino de Sena Netto que cumpria o seu segundo mandato.
As propostas apresentadas pela nova representação discente são as seguintes:
- Reivindicar a abertura e correto funcionamento do Hospital Veterinário;
- Contribuir para uma melhor organização da Semana do Médico Veterinário (SEMEVET);
- Reivindicar uma melhor estruturação da sede do CA;
- Promover a integração das turmas de Medicina Veterinária;
- Trabalhar pela união da classe estudantil, assim como integração entre os Centros Acadêmicos;
- Formalizar as lideranças de turmas;
- Participar ativamente na escolha da Coordenação de Curso;
- Promover a realização de assembléias periódicas com todos os representantes de turmas para debate de assuntos de interesse comum.
A editoria deste blog deseja sucesso à todos e se coloca a disposição para ajudar no que for possível.
Durante o pleito a chapa "Unidos pela Medicina Veterinária" obteve 124 votos e foi registrado um voto nulo.
O novo Presidente do CAMEV é Rafanele Trajano de Sousa, estudante do quinto período de Medicina Veterinária, que substitui Severino Bernardino de Sena Netto que cumpria o seu segundo mandato.
As propostas apresentadas pela nova representação discente são as seguintes:
- Reivindicar a abertura e correto funcionamento do Hospital Veterinário;
- Contribuir para uma melhor organização da Semana do Médico Veterinário (SEMEVET);
- Reivindicar uma melhor estruturação da sede do CA;
- Promover a integração das turmas de Medicina Veterinária;
- Trabalhar pela união da classe estudantil, assim como integração entre os Centros Acadêmicos;
- Formalizar as lideranças de turmas;
- Participar ativamente na escolha da Coordenação de Curso;
- Promover a realização de assembléias periódicas com todos os representantes de turmas para debate de assuntos de interesse comum.
A editoria deste blog deseja sucesso à todos e se coloca a disposição para ajudar no que for possível.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
ORGÂNICOS SÃO MAIS ECOLÓGICOS?
Tema exige debate responsável e isento, com base na Ciência, afirma pesquisadora.
Lúcia de Souza*
Qualquer atividade exercida pelo ser humano gera impactos no meio ambiente, sejam eles com implicações sociais, econômicas ou ecológicas, de maior ou menor intensidade.
Diversos fatores podem estar relacionados a esses impactos e diversas medidas podem ser tomadas para minimizá-los.
No caso da agricultura, prática que é realizada pelo homem há mais de 10 mil anos, há bons motivos para que sejam desenvolvidas e implantadas abordagens para reduzir o impacto ambiental, como substituir inseticidas antigos por alternativas mais eficientes e menos prejudiciais. Porém, noções pré-concebidas e posições inflexíveis dificultam a discussão mais ampla e séria a respeito das melhores soluções possíveis.
Uma ideia ainda muito difundida é a de que tudo que é "natural", ou seja, encontrado na natureza, é mais seguro ou mesmo inofensivo tanto para a nossa saúde como para o ambiente. A crença de que efeitos da agricultura orgânica são mais tênues para o ambiente do que produtos químicos sintéticos presume que é melhor utilizar as variedades minerais de pesticidas naturais, a exemplo de cobre, enxofre, potassa cáustica, piretrinas, piretróides, rotenona etc.
Mas o que se sabe realmente sobre a segurança de produtos químicos naturais? Na verdade, há inúmeros exemplos de produtos químicos naturais que são tóxicos.
Recentemente, um grupo de cientistas canadenses comparou o impacto ambiental de inseticidas sintéticos novos com o de naturais usados na agricultura orgânica para controle de pulgão em soja. Os inseticidas orgânicos testados, além de menor eficácia, tiveram um impacto semelhante ou até maior em várias espécies de inimigos naturais. Em laboratório, foram mais prejudiciais para os organismos de controle biológico em experimentos de campo e tiveram um Quociente de Impacto Ambiental maior. O estudo mostrou ainda que os pesticidas novos vêm melhorando e que nem sempre os orgânicos são ambientalmente mais ecológicos do que os convencionais. Portanto, o melhor é não rejeitar tecnologias com menor impacto ambiental com base em suposições ou ideologias.
Outro exemplo similar é a importância da produtividade na agricultura. Muitas vezes esse aspecto é visto de forma negativa, como se a produtividade fosse importante exclusivamente por interesses econômicos. São desconsiderados a melhora na qualidade de vida da sociedade, a maior qualidade nutricional dos alimentos e os benefícios à saúde do planeta. Do ponto de vista humanitário, a intensificação agrícola melhora diretamente a saúde humana e salva vidas, na medida em que aumenta a oferta de alimentos disponíveis.
Além disso, há também o legado ambiental da produtividade, que é menos óbvio. Há muito tempo se reconheceu que a maior produtividade da lavoura tem poupado o aumento da área agrícola para obter a mesma quantidade de alimento. Ou seja, evita a destruição de florestas ou ecossistemas que lesa a biodiversidade vegetal e animal. Mas ainda há dúvidas sobre a capacidade da agricultura moderna para equilibrar as necessidades humanas e ecológicas tanto no presente como no futuro.
Considerando que a agricultura é reconhecida como fonte considerável de emissões de gases e que devemos aumentar os esforços para mitigar o efeito estufa, Burneya e colaboradores analisaram o efeito da intensificação agrícola entre 1961 e 2005. A descoberta é interessante: enquanto as emissões de gases provenientes da produção e aplicação de fertilizantes aumentaram, o efeito líquido total graças ao maior rendimento fez com que fossem evitadas até 161 gigatoneladas de emissões de carbono desde 1961.
Obviamente todos os sistemas agrícolas são importantes, cada qual com suas vantagens e desvantagens e, além destes, existe toda uma gama de aspectos a serem considerados para reconhecer as melhores opções. Entretanto, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), há um bilhão de pessoas famintas no mundo. A população segue crescendo e, sem dúvida, proteger o meio ambiente da melhor maneira é necessário.
É imperativo que tratemos desse tema de maneira responsável e isenta, afastando da discussão as questões ideológicas que permeiam sempre as questões ambientais. Está mais do que na hora de tomarmos a ciência como base para indicar a combinação ideal de opções mais sustentáveis e inteligentes para a produção de alimentos, que melhor sirva para cada região e cultivo.
*Lúcia de Souza é bióloga, doutora em bioquímica e membro da Public Research and Regulation Initiative (PRRI).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bahlai, C. A., Y. Xue, . (2010). "Choosing Organic Pesticides over Synthetic Pesticides May Not Effectively Mitigate Environmental Risk in Soybeans." PLoS ONE 5(6):
Burneya, J.A.; Davisc, S. J., and Lobella, D.B., 2010. "Greenhouse gas mitigation by agricultural IntensificationProceedings of the National Academy of Sciences, www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.0914216107 http://www.pnas.org/content/early/2010/06/14/0914216107.full.pdf+html
segunda-feira, 4 de abril de 2011
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE SUINOS LANÇA SNDS NA AVESUL
A Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) marca participação na AveSui 2011, onde faz o anuncio oficial ao mercado do XIV Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (SNDS). Considerado um dos maiores eventos políticos e de mercado da suinocultura brasileira o SNDS acontece neste ano na cidade de Salvador (BA), entre os dias 03, 04 e 05 de agosto de 2011
Segundo Fabiano Coser, diretor executivo da ABCS, o setor suinícola tem um encontro marcado dentro da AveSui e o fato da feira ser o primeiro grande acontecimento da suinocultura no ano é perfeito para o início da divulgação do XIV SNDS. "Este ano, o tema será ‘Em busca de novos mercados que retratará a atual realidade do setor e o foco das ações da Associação, além de traçar o futuro e estratégias que viabilizem uma suinocultura mais eficiente e atenta ao mercado globalizado", complementa o diretor executivo da ABCS.
Durante a AveSui 2011 a ABCS também mostrará aos produtores brasileiros os resultados do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS) lançado na última edição da AveSui que tem como objetivo fomentar a cadeia de suínos no Brasil. "O PNDS obteve resultados bastante expressivos em 2010 e estamos reservando novas ações especiais para este ano", aponta Coser.
Coser explica que além de continuar a promoção da carne suína em todos os estados que aderiram ao PNDS, a ABCS também vai distribuir na AveSui o Manual Brasileiro de Cortes Suínos. "Trata-se de um atlas de cortes suínos, um material inédito que vai facilitar a vida de quem vende e de quem prepara a carne suína para a mesa do consumidor brasileiro", conclui o dirigente.
Mais informações sobre a AveSui 2011 podem ser conferidas no site www.avesui.com ou telefone (11) 2118-3133. Já as informações sobre o XIV Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura acesse www.snds2011.com.br .
Serviço
AveSui 2011
Data: 17, 18 e 19 de maio de 2011, sempre a partir das 9h
Local: CentroSul - Centro de Convenções de Florianópolis (http://www.centrosul.net)
Av. Gustavo Richard, s/n - Baía Sul - Centro - Florianópolis - Santa Catarina - Brasil
E-mail: avesui@gessulli.com.br
Site: www.avesui.com
Fonte: Agrolink
Segundo Fabiano Coser, diretor executivo da ABCS, o setor suinícola tem um encontro marcado dentro da AveSui e o fato da feira ser o primeiro grande acontecimento da suinocultura no ano é perfeito para o início da divulgação do XIV SNDS. "Este ano, o tema será ‘Em busca de novos mercados que retratará a atual realidade do setor e o foco das ações da Associação, além de traçar o futuro e estratégias que viabilizem uma suinocultura mais eficiente e atenta ao mercado globalizado", complementa o diretor executivo da ABCS.
Durante a AveSui 2011 a ABCS também mostrará aos produtores brasileiros os resultados do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS) lançado na última edição da AveSui que tem como objetivo fomentar a cadeia de suínos no Brasil. "O PNDS obteve resultados bastante expressivos em 2010 e estamos reservando novas ações especiais para este ano", aponta Coser.
Coser explica que além de continuar a promoção da carne suína em todos os estados que aderiram ao PNDS, a ABCS também vai distribuir na AveSui o Manual Brasileiro de Cortes Suínos. "Trata-se de um atlas de cortes suínos, um material inédito que vai facilitar a vida de quem vende e de quem prepara a carne suína para a mesa do consumidor brasileiro", conclui o dirigente.
Mais informações sobre a AveSui 2011 podem ser conferidas no site www.avesui.com ou telefone (11) 2118-3133. Já as informações sobre o XIV Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura acesse www.snds2011.com.br .
Serviço
AveSui 2011
Data: 17, 18 e 19 de maio de 2011, sempre a partir das 9h
Local: CentroSul - Centro de Convenções de Florianópolis (http://www.centrosul.net)
Av. Gustavo Richard, s/n - Baía Sul - Centro - Florianópolis - Santa Catarina - Brasil
E-mail: avesui@gessulli.com.br
Site: www.avesui.com
Fonte: Agrolink
EMBRAPA LANÇA SISTEMA PARA PLANEJAR PRODUÇÃO DE BOVINOS DE CORTE
Técnicos agrícolas e produtores rurais vão contar com uma nova ferramenta para o planejamento da produção de bovinos de corte. É o software Invernada, que será lançado na próxima terça-feira (15/03) e ficará disponível para download, de forma gratuita, na internet.
O sistema, que incorpora conhecimentos avançados e inovadores em pesquisas nas áreas de produção animal e modelagem matemática, foi desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em parceria com as empresas AgroSol e Bellman Nutrição Animal.
A tecnologia oferece recursos para simulação e prognóstico de desempenho da produção, comparação do efeito de mudanças gerenciais e adoção de tecnologias, além da otimização de dietas. Também possui uma série de bibliotecas de dados, modelos matemáticos de processos biológicos e aplicativos auxiliares que facilitam as análises do sistema de produção.
“O que ele faz é colocar, nas pontas dos dedos do usuário, um monte de informação técnica e científica complicada, sendo um excelente transferidor de tecnologia, colaborando também no direcionamento da pesquisa”, garante o pesquisador da Embrapa Gado de Corte Sérgio Raposo.
O software é um dos resultados do projeto de pesquisa Avisar (Avaliação dos impactos ambientais, econômicos e sociais dos sistemas de produção de bovinos de corte no Cerrado, na Amazônia e no Pantanal) e foi desenvolvido por uma equipe de mais de cem pesquisadores, de 18 instituições.
O sistema ficará disponível no site da Embrapa Informática Agropecuária a partir do lançamento.
Fonte: Globo Rural
O sistema, que incorpora conhecimentos avançados e inovadores em pesquisas nas áreas de produção animal e modelagem matemática, foi desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em parceria com as empresas AgroSol e Bellman Nutrição Animal.
A tecnologia oferece recursos para simulação e prognóstico de desempenho da produção, comparação do efeito de mudanças gerenciais e adoção de tecnologias, além da otimização de dietas. Também possui uma série de bibliotecas de dados, modelos matemáticos de processos biológicos e aplicativos auxiliares que facilitam as análises do sistema de produção.
“O que ele faz é colocar, nas pontas dos dedos do usuário, um monte de informação técnica e científica complicada, sendo um excelente transferidor de tecnologia, colaborando também no direcionamento da pesquisa”, garante o pesquisador da Embrapa Gado de Corte Sérgio Raposo.
O software é um dos resultados do projeto de pesquisa Avisar (Avaliação dos impactos ambientais, econômicos e sociais dos sistemas de produção de bovinos de corte no Cerrado, na Amazônia e no Pantanal) e foi desenvolvido por uma equipe de mais de cem pesquisadores, de 18 instituições.
O sistema ficará disponível no site da Embrapa Informática Agropecuária a partir do lançamento.
Fonte: Globo Rural
BANCADA DO AGRONEGÓCIO RELANÇA FRENTE AGROPECUÁRIA
Formada por 215 deputados e senadores, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) será relançada nesta quarta-feira, dia 16, em Brasília, durante almoço promovido para reunir seus representantes e dar início aos trabalhos nesta legislatura. Foram convidados para o evento, os ministros da Agricultura, Wagner Rossi, e Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, além de representantes da cadeia produtiva da agropecuária. A FPA continuará sob a presidência do deputado Moreira Mendes (PPS-RO).
O coordenador político da FPA, deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), antecipou que um dos desafios da entidade neste ano é a aprovação de uma nova legislação ambiental compatível com os avanços da agricultura e da pecuária brasileiras. Temas como redução do orçamento do Ministério da Agricultura, reforma tributária em especial a redução dos impostos sobre os alimentos e insumos, dívidas agrícolas, defesa sanitária animal e vegetal seguro rural e ações que interferem na renda do produtor também vão estar na pauta da FPA. “A maioria dos membros da frente é oriunda de famílias de agricultores por isso conhecemos bem as pressões que sofremos para defendê-los, para garantir renda e segurança jurídica necessária para continuarem na atividade produzindo alimentos e riqueza neste país”, destacou Micheletto. O deputado informou que a FPA estará atenta ainda às demandas das cooperativas e empresas que alavancam o agronegócio brasileiro hoje responsável por 27% do PIB, 40% das exportações e 37% dos empregos gerados no país. As informações são de assessoria de imprensa.
Fonte: Agrolink
O coordenador político da FPA, deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), antecipou que um dos desafios da entidade neste ano é a aprovação de uma nova legislação ambiental compatível com os avanços da agricultura e da pecuária brasileiras. Temas como redução do orçamento do Ministério da Agricultura, reforma tributária em especial a redução dos impostos sobre os alimentos e insumos, dívidas agrícolas, defesa sanitária animal e vegetal seguro rural e ações que interferem na renda do produtor também vão estar na pauta da FPA. “A maioria dos membros da frente é oriunda de famílias de agricultores por isso conhecemos bem as pressões que sofremos para defendê-los, para garantir renda e segurança jurídica necessária para continuarem na atividade produzindo alimentos e riqueza neste país”, destacou Micheletto. O deputado informou que a FPA estará atenta ainda às demandas das cooperativas e empresas que alavancam o agronegócio brasileiro hoje responsável por 27% do PIB, 40% das exportações e 37% dos empregos gerados no país. As informações são de assessoria de imprensa.
Fonte: Agrolink
PLANO AGRÍCOLA TEM 56% DOS RECURSOS CONTRATADOS PELA AGRICULTURA EMPRESARIAL
Produtores rurais brasileiros negociaram R$ 56,3 bilhões dos R$ 100 bilhões previstos
Os produtores rurais brasileiros já contrataram R$ 56,3 bilhões, ou 56%, dos R$ 100 bilhões previstos no Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 para a agricultura empresarial. Segundo o Ministério da Agricultura, que divulgou nesta quinta-feira (24/02) os dados consolidados de julho a janeiro, o volume é 20,5% superior aos R$ 46,7 bilhões contratados no mesmo período do ano passado.
Segundo o diretor de Economia Agrícola do ministério, Wilson Araújo, o resultado reflete o bom cenário para o setor no Brasil e no exterior, com os preços da maioria das commodities agrícolas valorizados. “A situação estimula tanto o empreendedor como os agentes financeiros que operam o crédito rural”, afirmou Araújo, por meio de nota do ministério.
O principal destaque é o Programa de Sustentação de Investimento, direcionado ao financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas, que, até janeiro, liberou 93%, ou R$ 3,7 bilhões dos R$ 4 bilhões previstos para a safra nessa linha de crédito. O Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro) também foi muito procurado, tendo liberado R$ 1,7 bilhão, ou 85% dos R$ 2 bilhões previstos.
O médio produtor, que ganhou na safra 2010/2011 um programa especialmente voltado para ele, acessou, até o final de janeiro, R$ 3,2 bilhões, ou 56,6% dos R$ 5,65 bilhões disponibilizados pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). Esses produtores, com renda bruta anual de até R$ 500 mil, podem acessar créditos para custeio, investimento e aquisição de máquinas com juros de 6,25% ao ano.
Fonte: revistagloborural.com
Os produtores rurais brasileiros já contrataram R$ 56,3 bilhões, ou 56%, dos R$ 100 bilhões previstos no Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 para a agricultura empresarial. Segundo o Ministério da Agricultura, que divulgou nesta quinta-feira (24/02) os dados consolidados de julho a janeiro, o volume é 20,5% superior aos R$ 46,7 bilhões contratados no mesmo período do ano passado.
Segundo o diretor de Economia Agrícola do ministério, Wilson Araújo, o resultado reflete o bom cenário para o setor no Brasil e no exterior, com os preços da maioria das commodities agrícolas valorizados. “A situação estimula tanto o empreendedor como os agentes financeiros que operam o crédito rural”, afirmou Araújo, por meio de nota do ministério.
O principal destaque é o Programa de Sustentação de Investimento, direcionado ao financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas, que, até janeiro, liberou 93%, ou R$ 3,7 bilhões dos R$ 4 bilhões previstos para a safra nessa linha de crédito. O Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro) também foi muito procurado, tendo liberado R$ 1,7 bilhão, ou 85% dos R$ 2 bilhões previstos.
O médio produtor, que ganhou na safra 2010/2011 um programa especialmente voltado para ele, acessou, até o final de janeiro, R$ 3,2 bilhões, ou 56,6% dos R$ 5,65 bilhões disponibilizados pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). Esses produtores, com renda bruta anual de até R$ 500 mil, podem acessar créditos para custeio, investimento e aquisição de máquinas com juros de 6,25% ao ano.
Fonte: revistagloborural.com
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